No amor e na guerra vale tudo, é o que diz o velho ditado. Tudo mesmo, até distorcer histórias em quadrinhos da Turma da Mônica para “chamar atenção” contra a chamada “ideologia de gênero”.
Não que tirar HQs e desenhos animados de contexto e/ou demoniza-las seja lá uma novidade – basta lembrar do livro Sedução dos Inocentes, do psicólogo Frederick Wertham, lançado em 1954. Mas é bom lembrar também que aquela “obra” e as distorções contidas nela levaram pais e professores crédulos a literalmente queimarem gibis na fogueira e causou uma censura ridícula que perdurou por décadas.


Mônica- Isso não é motivo!
Magali – Claro que é, se tivéssemos torneirinhas seríamos meninos.
Monica – Por que?
Magali – Porque só os meninos têm torneirinha!
Mônica – A gente podia ter a tal torneirinha e continuar sendo meninas. Uma torneirinha a mais ou a menos não mudaria em nada!










Stella Caymmi era olavista, teve também quando o Olavo de Carvalho disse que a Mônica era abortista, em uma história da Mônica Jovem, escrita pela Petra Leão, ela disse a frase: “Meu corpo, minhas regras”, sobre extrair ou não os dentes. Também teve a Animação/Livro O Mônico, onde o Cebolinha fica com o cabelo da Mônica e aparece com pelado, a MSP até já censurou isso. Na ditadura, o problema era o cebolinha aparece com as nadegas de fora no banho.
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